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"Sou a história repetida, eu já vivi outras vidas,
eu já fui outras mulheres, antes de ser a que sou (...)"
- Odilon Ramos.

Neste Dia Internacional da Mulher, abordaremos um assunto um tanto quanto polêmico, porém, necessário para acabar com algumas dúvidas e trazer mais informações.
Mas primeiro, que tal falarmos sobre o significado desse dia? Segue abaixo:

O Dia da Mulher se iniciou com as mulheres Americanas e Europeias, que lutaram contra as degradantes jornadas de trabalho de 15 horas e as discriminações vividas desde aquela época. Foi no ano de 1908, nos Estados Unidos, que foi comemorado o primeiro Dia Nacional da Mulher.  

No dia 8 de março de 1917, durante a Primeira Guerra Mundial, as mulheres Russas fizeram uma manifestação buscando melhores condições de vida. Essa manifestação ficou conhecida como "Khleb i Mir (Pão e Paz)", e foi devido a esse marco, que se foi criado o Dia Internacional da Mulher, porém, foi somente em 1921 que esse dia foi oficializado.

A Organização das Nações Unidas (ONU) reconheceu o dia apenas no ano de 1977, após um grande número de feministas nos anos 60 promoverem movimentos recuperando a visibilidade do dia que havia ficado esquecido por anos. Porém, em 1975 foi comemorado o Ano Internacional da Mulher, que com toda certeza deu o estopim para a ONU reconhecer o dia, considerando que desde 1945, eles já haviam assinado um acordo internacional que reconhecia os princípios de igualdade entre homens e mulheres, porém, nada havia sido feito sobre esse dia.
Imagen:contramao.una.br

Depois de tudo isso, o dia virou não só uma simples comemoração, mas sim, um dia em que as lutas das mulheres têm uma maior visibilidade, tornando o dia em um movimento, em que buscam igualdades ainda maiores e fortes. Já no Brasil, a força das mulheres chegou um pouco mais tarde, apenas no ano de 1932, o movimento das sufragistas conseguiram obter o direito de votar, direito esse, que foi garantido na Constituição promulgada pelo Presidente Gaúcho, Getúlio Vargas.

Foi somente a partir do ano de 1970 que começou a existir discussões sobre igualdade de gêneros, sexualidade e a saúde da mulher. Em 1982 o movimento feminista começou a ter um importante diálogo com o Estado, fundando assim, o primeiro Conselho Estadual da Condição Feminina em São Paulo, e em 1985, a primeira Delegacia Especializada da Mulher.   Porém, foi somente em 2006 que foi criada uma lei especial em defesa da mulher, a lei Maria da Penha, e em 2015, surgiu à lei do Feminicídio, que veio dar uma pena maior para aqueles que cometem o crime de homicídio contra uma mulher, sendo considerado assim, um crime hediondo.

Bom, agora que já sabemos um pouco mais sobre esse dia e o que ele significa, vamos falar de assuntos ainda mais importantes, que são: Feminicídio, Femicídio, Feminismo e Femismo. Quatro palavras com quatro significados diferentes, mas que tratam sobre o mesmo assunto:SER MULHER.

FEMINICÍDIO

Imagem:O Retrogrado

O feminicídio foi incluído nos crimes de homicídio qualificado, criado para dar uma sanção maior para homens que matam uma mulher pelo simples fato dela ser da condição feminina, como pode ser visualizado no artigo 121, § 2º, VI do Código Penal Brasileiro.No § 2º-A, especifica quais são as razões consideradas nestes casos, sendo eles: Violência doméstica e familiar, menosprezo ou discriminação à condição de mulher.

Por ser um crime qualificado, a pena base já parte de uma base maior do que um homicídio simples, porém, ainda há agravantes, ou seja, o aumento de pena. No artigo 121, § 7º, I, II, III, diz que a pena é aumentada de 1/3 até 1/2, quando o crime for praticado durante a gestação, ou até os três meses após o parto, contra uma garota menor de 14 anos ou uma senhora maior de 60, ou que a vítima contenha alguma deficiência. Aah, e também quando for praticado o crime na presença de descendentes ou ascendentes da vítima.

Mas isso só é aplicado em casos em que a vítima foi morta por ser da condição de sexo feminino, por preconceito pela vítima ser mulher.

A lei ainda é muito recente, e por isso, os entendimentos sobre esse crime ainda não possuem opiniões firmadas, porém, já há alguns doutrinadores que já deram seu entendimento, sendo considerado por eles crime de feminicídio quando a vítima é mulher, travesti ou transexual, ou até outros gêneros, desde que perante a sociedade apresentem uma figura feminina.

FEMICÍDIO


No feminicídio se estabelece o crime somente para mulheres em condição de sexo feminino, já no femicídio, são consideradas apenas as mortes de mulheres que nasceram biologicamente mulher, e não o gênero que escolherem ser após. Sendo assim, homicídio simples ou qualificado como os outros.

 FEMINISMO

Imagem: The New York Times

O Feminismo é um movimento de mulheres espalhadas pelo mundo todo, que lutam em busca de igualdade entre os gêneros.  Não, elas não buscam ser melhores que os homens, não possuem o pensamento de superioridade, mas sim, de igualdade. Elas lutam pela conservação e aplicação de seus direitos.
Elas buscam ter o direito de obter os mesmos direitos dos homens, as mesmas oportunidades, sem distinção, sem preconceito, sem diferenças no salário, sem diferenças nos tratamentos, seja no trabalho, na rua ou em casa. Querem que haja mais respeito com as mulheres, que possam ser donas de si mesmas, donas do seu destino, de seu corpo, de suas escolhas, sem qualquer empecilho ou julgamentos.

O maior nome do feminismo com certeza é Frida Kahlo, mas outros nomes como Anita Garibaldi, Maria Bonita e Joana d'Arc, entre outras, também fazem parte desse movimento. São grandes mulheres que fizeram história e tiveram seu pé no feminismo, pois não se deixaram abater e não baixaram a cabeça em momentos onde a sociedade via somente os homens. Mais um exemplo que podemos citar é Marilyn Monroe, que vivia como queria, da forma que queria, sem ligar para a opinião alheia.

  FEMISMO


Enquanto o feminismo luta pela igualdade, o femismo é o seu contrário.
Possui pensamentos totalmente inversos e procuram rebaixar os homens.

Podemos dizer que é o machismo inverso, em que as mulheres possuem o pensamento de que o sexo feminino é superior que o sexo masculino. Vivem com o pensamento de que o homem deve ser dominado pela mulher, é um preconceito contra homens.

Bom essa matéria ficou um tanto longa, porém, acho que deu para mostrar as diferenças entre os termos, que muitas vezes acabam sendo confundidos. Espero que tenham gostado desse post especial pelo Dia Internacional da Mulher.

Enfim, a você leitora desse cantinho, desejamos um Feliz Dia Internacional da mulher, porém, nunca se esqueça de que na verdade, o nosso dia, são todos os dias.

 Deixem nos comentários o que acharam sobre a matéria, e o que pensam sobre esses assuntos. Vou adorar acompanhar.

E-mail: martinabaptista@gmail.com
Hasta luego, beijos de luz da Tina!
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Como é ser Estudante de Direito?

Todos os adolescentes que estão no último ano do ensino médio, chegam até a época do vestibular, e se fazem a mesma e temida pergunta: Que faculdade fazer?

No meu caso, e no caso de muita gente por ai, a decisão foi de última hora.
Eu estava entre Arquitetura, Engenharia Civil, Publicidade e Propaganda, Enfermagem, Gastronomia, Agronomia, Veterinária e Direito, e no fim da batalha, deu Direito.

(Modéstia parte passei em 3º lugar! Ráah, sou foda, digdin, digdin hahaha)


Como perceberam o curso de Direito não era a minha primeira opção, na verdade, era a última, mas há algo chamado destino que decide as coisas sem a sua permissão. Ou então, seus pais que decidem por você, (também tem disso), e por essas e outras coisas, que depois de me formar irei fazer outra faculdade!  Não é por não gostar do meu curso, até porque sou bem chegada em tretas, mas o coração pede e a gente tem que atender.

Beleza, mas ai vocês me perguntam: Tina, como é cursar Direito? Quais são as oportunidades de atuação?  Essas perguntas já me foram feitas diversas vezes, então, vamos lá: Cursar Direito é praticamente se reinventar, pois tudo o que envolve a vida do ser, desde que ele é apenas uma "amorinha”, lá dentro do útero, o Direito já está atuando.

Tudo nessa vida tem um pezinho de Direito no meio, seja nos direitos básicos, como o direito à vida, direito à expressão, direito à religião, direito à opção sexual, como também, nos direitos que muitas vezes ninguém dá muita atenção, como o direito do consumidor, e os próprios direitos humanos, em que todo mundo insiste em falar que são feitos para defender os bandidos, porém, infelizmente, poucos sabem realmente do que se tratam os direitos humanos.

Aaah, o curso é SIM, bastante leitura, mas não se preocupe porque as listas de livros são bem vastas, então sempre vai haver aquele autor que tem uma linguagem que você vai acabar se "acertando" melhor.  (Assim também não vai ficar chato e nem cansativo de estudar, mas vale lembrar que você precisa TER a vontade de ler, ok?).


São SIM, muitas leis, mas não é de decorar, até porque, tudo o que decoramos um dia esquecemos.  Exemplo simples: Quem aqui, se lembra da matéria que decorou para fazer a prova de português na quinta série? Então!

Como estava explicando, não é de decorar, é ler e interpretar, ou seja, utilizar a hermenêutica, que é justamente utilizar da sociologia e filosofia para interpretar a lei da melhor maneira em benefício da defesa do réu ou do malefício, ou seja, a favor da parte de acusação.  (Traduzindo: você aprende a ler e interpretar a lei de um modo que seja melhor para a sua parte).
  
Outra coisa que aprendemos é argumentar.
Não, não é apenas discutir teimando sobre algo, e nem colocar a sua opinião a cima de tudo, NÃO GENTE, é apresentar argumentos que validem a sua opinião. Simples assim!

 E se tem algo que vocês vão escutar de um aluno de Direito, ou até mesmo de um Advogado, é a resposta: Depende. Isso, porque tudo na nossa vida tem dois lados, não somos arrogantes, apenas temos opinião sobre tudo e isso faz parecer que somos arrogantes, mas na verdade, precisamos estar ciente das duas versões. (Louco nível dois né?! Haha)
Imagem de: direitopors2.blogspot.com
Um comentário que fique só entre nós viu?! Por experiência própria.
Se você tem vergonha de falar, nesse curso, você vai perder toda e qualquer vergonha, e se você fala demais, nesse curso, você vai se tornar insuportável!

Aah, mas se você não gosta de ler, nem tenta começar esse curso, sério, vai por mim, se não quiser ler você simplesmente não vai se formar. (triste, eu sei, mas é a realidade!).

Mas Tina, afinal, quais são as áreas de atuação?

Bom, no curso há um leque enorme de oportunidades, mas claro que os mais conhecidos são as áreas de advogados, juízes, promotores, procuradores, porém, também é muito importante para quem vai prestar concurso ou até mesmo procurar uma especialização, que as pessoas que fazem administração, por exemplo, podem cursar Direito como uma ferramenta a mais para atuar em sua área.

Mas entre outras possíveis formas de atuação, a maioria dos campos para uma pessoa formada em Direito, exige sim, que possua a Carteira da OAB. OAB é a sigla de Ordem dos Advogados do Brasil. Essa Ordem define regras para o exercício profissional da advocacia, para fazer parte desta Ordem e atuar como advogado é necessário fazer uma prova que é dividida entre duas fases, vamos explicar elas:

A primeira fase é composta por uma prova objetiva, em que são respondidas 80 questões, e deve ter no mínimo, 50% de acertos para passar para a próxima fase.

 A segunda fase é uma prova prático-profissional, onde é apresentada uma peça processual contendo quatro questões em forma de situação-problema, e você deverá ter 60% de acerto nessa fase para ser aprovado, somente depois de aprovado nas duas fases, que você recebe a carteira e pode atuar legalmente como advogado.

E se você ainda não entendeu, vou explicar melhor:
 Diga adeus a sua vida social e se jogue nos livros! 



Pois assim, apesar da lei brasileira indicar que somente a cima de oito anos de pena que o condenado vai para o regime fechado, ao entrar para a faculdade, você passará cinco ou seis anos fechado sem progressão de regime, e não há habeas corpus, mas não se assuste tanto, porque depois de se formar e passar na OAB terá sua liberdade volta. 

Brincadeiras a parte, (talvez nem tão brincadeiras assim haha), o curso é sim muito legal e te faz ver o mundo de uma forma muito mais realista. Ele tem suas dificuldades, mas se você se dedicar vai tirar de letra, só tenha foco e paciência. Aaaah e muito amor!

Basicamente e resumidamente, o curso de Direito é isso, ler leis, aprender a interpretá-las, produzir processos, entender o andamento de um julgamento, fazer muitos debates, audiência simulada, aprender a argumentar, e por ai vai. Depois vêm os estágios obrigatórios para aprender na prática o que antes era só teoria.

Se você não desistir depois do primeiro ano, posso garantir que depois desse curso você vai ter dois sentimentos:  Ou você vai querer salvar o mundo, acabar com a fome no planeta, acabar com as guerras, e promover a Paz Mundial, ou você vai querer mandar tudo se ferrar e vai ver que as coisas não funcionam como deveriam, e que não dá para seguir a base dos sonhos malucos. (Infelizmente).

Falar sobre um curso tão vasto de informações fica difícil em apenas um post, mas já dá para ter uma ideia de como é né?!  Se gostarem e quiserem saber mais informações, deixe nos comentários que posso fazer mais uma matéria sobre esse curso que é tão complicado, mas ao mesmo tempo, tão apaixonante.

E-mail: martinabaptista@gmail.com
Hasta luego, beijos de luz da Tina!
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Quero ter um certificado estrangeiro, como fazer?

Todo mundo sonha em cursar algo em alguma Universidade estrangeira, pois bem, que tal cursar em uma dessas Universidades direto de sua casa?  
Vou te mostrar como conseguir isso, segue as explicações:

Bem, eu sei falar sete linguás, e trabalho com uma empresa chamada Coursera.
Pois bem, hoje vou falar a vocês, um pouco do que essa empresa oferece, pois fazer cursos com um valor super em conta, sem sair de casa e ainda obter um certificado das maiores faculdades de todo o mundo, não é mais só um sonho

Imagem: Kleiner Perkins Caufield Byers

O site Coursera, foi fundado nos Estados Unidos em setembro do ano de 2012, tem sede em Mountain View, e conta com 148 parceiros de 29 países espalhados ao redor do mundo, sendo eles: Alemanha, Argentina, Austrália, Brasil, Bélgica, Canadá, Chile, China, Cingapura, Colômbia, Coréia do Sul, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Hong Kong, Região Admin. Especial da China, Israel, Itália, Japão, México, Reino Unido, Rússia, Suécia, Suíça, Taiwan, Turquia, África do Sul e Índia. 

O Coursera oferece 1987 cursos, todos com valor de US$ 29 (o valor em reais depende de como está cotado o dólar, então dependendo de como estiver o valor do dólar, isso irá variar o valor pago pelo curso). 

O curso pode ser acessado por computador, notebook e até pelo celular pelo aplicativo que pode ser baixado de forma gratuita, lembrando que você deve fazer um cadastro no site que também é gratuitamente.  Há também, uma possibilidade de fazer um pedido de isenção de pagamento para fazer algum curso. Legal né?



Os cursos do Coursera são todos online e contam com vídeo aulas, textos de apoio e provas ao final de cada semana sobre os temas abordados, muitos já contém legendas em várias línguas, mas a maioria é em inglês, ou seja, isso ajuda e muito quem já fala a língua.

Sem falar que ele vai fortalecendo a aprendizagem da língua, e ao final do curso, se aprovado, lembrando que você tem mais de uma chance para obter a aprovação, recebe também por meio online, o certificado do curso, que inclui o nome da universidade que está cursando.

Obter o certificado, vai ajudando a quem fazer os cursos a ter um ponto a mais no seu currículo, e assim, vai abrindo portas para quem sabe um dia, você conseguir fazer intercâmbio. 

Tem que sonhar alto mesmo, é assim que se chega lá meus amores.

Exemplo de Certificado do curso, foto do arquivo pessoal

E ai, gostou?
Quer saber mais sobre o site e os cursos?  Acesse AQUI 
e AQUI para conhecer as instituições e os cursos oferecidos.

Para mais informações ou se quiser tirar algumas dúvidas pode entrar em contato comigo, pois como já trabalho com eles, fica bem mais fácil ajudar vocês.

Juro juradinho que atenderei com o maior carinho!

E-mail: martinabaptista@gmail.com
Hasta luego, beijos de luz da Tina!
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Desde que optei por fazer a faculdade de Jornalismo, sempre me deparo com a seguinte indagação: Mas por que Jornalismo?

Confesso que no inicio, simplesmente respondia falando sobre meu amor por fotografia, por escrita e leitura, mas conforme os anos foram passando, percebi que o curso é muito mais que isso e hoje respondo com outra indagação: Por que não, Jornalismo?

Desde criança tenho um amor imenso por letras, vivia brincando de Professora e minha mãe tinha certeza que eu seguiria essa profissão. Meu pai achava que eu iria ser dançarina, já que amava estar nos palcos, mas tenho 23 anos e estou no ultimo ano do curso de Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo.

Gi, como decidiu por esse curso? Como descobriu o curso? Quem lhe apresentou? Como é? O que envolve? Calma, respira, que no post de hoje irei (tentar), tirar todas suas duvidas.

Como decidiu pelo curso?

Eu sempre tive em minha mente, que queria trabalhar com algo relacionando à escrita, leitura e fotografia, e que não houvesse nada de matemática, (já que sou péssima), porém, até chegar ao terceiro ano do ensino médio, ainda não tinha NENHUMA noção de qual profissão encaixava tudo isso.

E com o que mais me deparo ultimamente, são jovens desesperados por tomar uma decisão. Nos últimos meses, vários amigos que estão terminando o ensino médio, comentaram que estavam se sentindo horríveis por ainda não terem decidido o que cursar, e lhes digo: É NORMAL!




Até escolher por Jornalismo, pensei em seguir mil outras opções. Pensei em cursar Nutrição, Psicologia, Veterinária, Fotografia e Música. Até ao ultimo momento, iria realmente cursar Música, mas ai, o destino deu uma mudada e estou no que realmente me encaixo.

Quando terminei o ensino médio, estava completamente perdida, então dei uma pausa de um ano para pesquisar mais sobre todas as opções que eu tinha. Não queria entrar em um curso mais ou menos, e acabar me decepcionando por não ser aquilo que eu queria. Então nesse um ano, pesquisei as grades, pesquisei as faculdades, fiz visitas e conversei com outros alunos dos tais cursos. No fim, descobri que Jornalismo tinha tudo aquilo que eu queria e me apaixonei, porém, não tinha dinheiro, meus pais não concordavam com essa profissão e quase, mas QUASE mesmo, que fiz Música, mas o destino me ajudou.

Então a primeira dica é: PESQUISE!



Existem mil cursos, mil profissões, e escolher é realmente difícil. Tenha em sua mente que será algo que fará parte de você para sempre. Será você, sozinho, que vai ter que batalhar para ganhar seu diploma. E por favor, não siga um curso só por indicação da família. Meus pais não concordavam com meu curso por não saber o que envolvia, e até hoje eu dou aula sobre as áreas em que posso atuar e com o tempo eles viram que é o que realmente amo e o que me faz feliz.

Estude aquilo, que você não precisará trabalhar por dever, e sim, por prazer.
Lembre-se que são anos que serão dedicados somente a esse curso, então não desperdice esse tempo em algo que você não gosta, ou não se identifica totalmente. Ok?

O que o curso envolve?

Talvez seja mais fácil perguntar: O que o curso NÃO envolve? Haha

Ao contrário do que muitas pessoas pensam o curso não é só televisão e radio, ele envolve empreendedorismo, sociologia, psicologia, filosofia, artes, informática, fotografia, história, edição, criação, muita escrita, muuuita leitura e mais umas 50 doses de tudo isso novamente. E ao contrário do que eu previa, tem sim, MUITOS números. (Infelizmente )


Nesses quatro anos, (na minha Universidade o curso tem a duração de quatro anos, porém, isso pode variar de acordo com a sua cidade, portanto, pesquise), aprendi a falar sobre política, sobre ética, sobre designer, geografia, criação de conteúdo, assim como criação de entretenimento para rádio, televisão, cinema, jornal impresso, revista, livros e blogs. Tive um pouco de Espanhol, inglês e direito, e tive muito de português, redação, e assessoria.

O curso trata de todas as áreas, e acredite, são muitas. 
As possibilidades são infinitas e encantadoras. É praticamente impossível você não se identificar exclusivamente a alguma coisa. No meu caso, sou apaixonada por redação, Assessoria de Imprensa, Cinema e reportagem investigativa.

São muitas matérias e cada uma é direcionada de uma linguagem diferente, para um setor diferente, ou seja, leve a criatividade e a empolgação em cada aula, pois você irá precisar. O curso tem sim sua parte teórica, mas tem muito mais de coisas práticas. 
Você vai aprender a montar um jornal impresso, uma rádio novela, um roteiro, uma pauta, um site, os efeitos de cinema e muito mais.

Mas Gi, quais áreas posso atuar?


Meus caros leitores, o mercado de trabalho para essa profissão é vasta. 
O Jornalista não é só o cara que aparece lá na Globo ou no SBT, para ser bem sincera, a maioria das vagas está justamente por trás das câmeras. O Jornalista pode atuar como Redator, Apresentador, Fotografo, Diretor, Editor, Locutor, Social Mídia, Assessor de Comunicação, Assessor Empresarial, Marketing de Conteúdo, Repórter (Cultural, Esportivo, Político, de Dados, de Economia,Entretenimento,Investigativo, Internacional, Cientifico) e por ai vai.

A lista é realmente grande, portanto voltamos ao primeiro item dessa lista: PESQUISE!
Se você é comunicativo, criativo, gosta de lidar com tecnologia, ama ler e escrever, invista!

Outra particularidade é: O curso é totalmente mente aberta.
 Por falarmos muito sobre todos os assuntos possíveis, os alunos acabam se tornando totalmente flexíveis a qualquer tema, então se isso não é um problema para você, vem com tudo que o curso te abraça.

Jornalismo, além de todas essas técnicas é e deve ser sempre um caso de amor.
Nessa profissão, além das experiências dentro da sala de aula, se aprende muito mais no campo. Nesses anos, descobri histórias incríveis, conheci pessoas incríveis e me tornei responsável por compartilhar as informações delas. Tem noção do quanto isso é importante?

Ser Jornalista é dar voz aquilo e a aqueles que não têm. Levar histórias que não são suas, mas se tornam suas, a outros milhares de pessoas. Informar é muito mais do que parece. É amor, um caso sério dele, acredite! 


Tem muita coisa para se falar sobre Jornalismo e ser Jornalista, só em um post é muito pouco, então, se gostaram desse pouquinho, comenta aqui embaixo, que posso voltar a falar mais.

Deixe sua duvida, sua sugestão. Conte tudo!
Espero que tenham gostado.
Mil beijos, Gi


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Nós somos as criadoras do blog The Privs.

Martina B. , Gaúcha, estudante de Direito.

Gisele,Paranaense,estudante de Jornalismo.

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